NOTAS FALSAS DE 2 E 5 REAIS ESTÃO CIRCULANDO NO COMÉRCIO DE COROATÁ

Os comerciantes de Coroatá estão em alerta. Notas falsas de 2 e 5 reais estão circulando na cidade e começam a gerar preocupação.

A redação do site Coroatá Online conversou com alguns empresários locais que confirmaram o crime.

O foco desta vez, de uma possível quadrilha, são as notas de 2 e 5 reais, provavelmente pelo baixo valor e pela rápida circulação.

Atualmente existem equipamentos que podem ajudar na identificação de cédulas falsas como canetas e até mesmo um sistema de raio laser. O próprio vendedor também pode optar por confrontar a cédula contra a luz e conferir a marca d’água. Existem pelo menos dez pontos de diferença que facilitam a identificação de uma nota que não é verdadeira.

Fonte: Coroatá Online

SE DEU MAL: PRF PRENDE FALSA GRÁVIDA QUE TRANSPORTAVA 3 KG DE COCAÍNA PRESOS À CINTURA

Na quinta-feira (29), por volta das 18h30, no Km 260 da BR 010, em frente à Unidade Operacional da PRF em Imperatriz, sudoeste do Maranhão, policiais rodoviários federais abordaram um ônibus da empresa RA turismo de placas OXV-0509 que fazia a linha Goiânia/GO X Teresina-PI.

Durante fiscalização a todos os passageiros, foi verificado que uma mulher supostamente grávida apresentou comportamento suspeito, ficando bastante nervosa.

Com as evidências, a senhora acabou confessando aos policiais que estava transportando drogas junto ao seu corpo.

Após revista, verificou-se a presença de aproximadamente 3 Kg de cocaína enrolada em oito pacotes.

Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão e encaminharam a presa para o Plantão Central da Polícia Civil em Imperatriz.

Fonte: Neto Ferreira

CASO DO BLOGUEIRO DÉCIO SÁ: STF NEGA SOLTURA DE JÚNIOR BOLINHA

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de liminar no Habeas Corpus (HC) 144636, impetrado em favor de José Raimundo Sales Chaves Júnior, preso preventivamente pela suposta prática dos crimes de homicídio triplamente qualificado do jornalista Décio Sá, em São Luís, em 2012, e de associação criminosa, contra decisão do Superior do Tribunal de Justiça (STJ) que negou pedido semelhante da defesa.

De acordo com a relatora, o ato do STJ foi fundamentado. “Em análise de cognição sumária, não detecto a presença dos pressupostos autorizadores da concessão da medida liminar com a imediata revogação da prisão preventiva”, apontou.

Aquele tribunal avaliou que não há constrangimento ilegal na manutenção do acusado em custodia provisória desde 2012, pois o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) apontou que, além das peculiaridades do caso concreto, houve contribuição da defesa dos acusados para a demora no trâmite da ação penal.

Caso

Em 2013, o juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís decretou a prisão preventiva de José Raimundo Sales Chaves, conhecido por Júnior Bolinha, sob a acusação ter intermediado a contratação de um pistoleiro para matar o jornalista. O motivo do crime seriam postagens feitas no blog de Décio Sá sobre agiotagem e um crime cometido no estado.

Tanto o TJ-MA como o STJ negaram pedido de liberdade apresentado pela defesa. No HC impetrado no STF, a defesa do acusado alega excesso de prazo para formação de culpa, pois ele está preso desde junho de 2012. Sustenta ainda que a fundamentação para sua custódia é inidônea e que o STJ se omitiu em apreciar a possibilidade de aplicar medidas cautelares diversas da prisão.

Na decisão, a ministra Rosa Weber também solicitou informações do juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís sobre a ação penal em que figura como acusado José Raimundo Sales Chaves Júnior quanto aos motivos de eventual demora no julgamento do processo e se os autos já retornaram para aquele juízo.

Fonte: Domingos Costa

 

FRANCISCO NAGIB VAI BOTAR PRA “LASCAR” COM OS VIGILANTES DAS ESCOLAS DE CODÓ

Estamos à beira do caos em Codó no que tange à prestação de alguns serviços,não bastando as últimas demissões em massa ocorridas entre março e junho, o alvo agora serão os vigilantes das escolas municipais. Não sou eu quem estou inventando “estória”, acontece que os profissionais da segurança patrimonial já foram advertidos de que nos postos onde se tem quatro vigilantes lotados, ficará apenas um e somente um, entenda como:

“Atualmente, as escolas municipais possuem nos seus quadros, quatro vigilantes que se revezam em apertadas escalas de 24 horas de serviço por 24 horas de folga, ou seja dois profissionais para cada dia no local de serviço. Está sendo divulgado para os profissionais que, em breve o número de vigilantes nas escolas será reduzido a apenas um vigilante, sendo que o horário de serviço será apenas durante a noite.

A atual escala de serviço é completamente desumana para os vigilantes, o profissional deixa de ter vida social e acaba dedicando 1/3 de seu tempo com o serviço, pois, além de ter de passar as 24h no serviço, e diga se de passagem com fiscalização intensa,  ao chegar em casa o profissional acaba tendo que descansar umas 10 horas para recuperar o sono perdido e no dia seguinte estará de serviço de novo.

ESCRAVOS

Assim podemos definir o sistema de trabalho dos vigilantes, que não recebem nem o adicional noturno, o salário dos profissionais está sendo pago sem nenhuma gratificação, que absurdo, isso é valorizar o codoense?

Como a maioria dos vigilantes são contratados, muitos preferem ficar calados e se sobrepor ao que o prefeito determina, pois qualquer mobilização reivindicatória poderá ocasionar em demissão.

Fonte: Blog do Bezerra, com mudança de título Blog do de Sá

 

MUÇULMANOS ESTÃO DANDO CALOTE NA CIDADE DE ESTREITO-MA

Desde que foram notados os primeiros grupos de paquistaneses no Maranhão a população começou a registrar alguns momentos e mostrar um certo temor. Na cidade de Estreito o medo tem se “estreitado”. A permanência do grupo na cidade já dura quase um mês e a população segue curiosa e assustada. O blog tem recebido denúncias de que eles compram, comem, e não querem pagar.

Os visitantes muçulmanos estão aproveitando a estadia em Estreito no Maranhão para proferirem a fé a qual acreditam. Contudo, alguns hábitos tem gerado revolta e medo nos estreitenses.

Os muçulmanos tem usado alguns serviços básicos dentro da cidade, como mototáxi e restaurantes, sem efetuarem nenhum tipo de pagamento, o que deixa as pessoas intimidadas, já que muitos só tem conhecimento negativo sobre os seguidores dessa religião. Ninguém até o momento denunciou os atos formalmente na delegacia, mas é grande a insatisfação externada ao blog.

Aqui eles já passaram por várias cidades, incluindo São Luís. Até agora ninguém sabe a real intenção deles. Na Polícia Federal renovaram o visto com a missão turística, mas nunca foram a Alcântara, Carolina ou Barreirinhas e muito menos foram apreciar nossas belas praias e nem o acervo histórico do Reviver.

Recentemente, o presidente dos EUA, Donald Trump, baixou decreto proibindo a entrada de pessoas de cinco países muçulmanos, incluindo o Paquistão, país de origem de nossos visitantes.

Fonte: Luis Cardoso

EM PARCERIA COM A PREFEITURA, AGROAMIGO DO BANDO DO NORDESTE FACILITA A VIDA DO HOMEM DO CAMPO EM CAPINZAL DO NORTE

A Secretaria de Agricultura em parceria com o Banco do Nordeste providencia a assinatura de empréstimos do Agroamigo, com o intuito de facilitar a vida dos trabalhadores e trabalhadoras rurais. Foi realizada assinatura de projetos agropecuários dos mais diversos como: criação de gado, melhoramento de pastagens, criação de suínos, de aves  entre outros. Cabe ressaltar que a Secretária de Agricultura acompanha de perto todo o processo com a sua equipe técnica. Esses financiamentos tem o objetivo de melhorar e facilitar a vida do agricultor na hora de melhorar sua propriedade, além de movimentar a economia local.

Criado em 2005, o Agroamigo é o Programa de Microfinança Rural do Banco do Nordeste, operacionalizado em parceria com o Instituto Nordeste Cidadania (INEC) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Em sete anos de atuação, tornou-se o maior programa de microfinança rural do Brasil.

O Programa consiste na concessão do financiamento de crédito para área rural, adotando metodologia própria de atendimento, e se propondo a melhorar o perfil social e econômico do agricultor familiar do Nordeste e norte de Minas Gerais, enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF).
O Agroamigo tem como principal característica a atuação do Assessor de Microcrédito Rural, e sua capacidade de avaliação do cliente, considerando as intenções e potencialidades, e incentivando o desenvolvimento de atividades produtivas agropecuárias e não agropecuárias.

Ascom: Prefeitura de Capinzal do Norte

 

COLUNA DO ALEXANDRE SALEM: SUINGUE (CALMA, VOU FALAR DE MÚSICA)

Não sendo repórter, não escrevo notícias; salvo quando o assunto me instiga, e assim mesmo fugindo de caracterizar o texto com jargão noticiário; ademais, acho que não seria um repórter isento; correria o risco de expor opinião própria, independente do fato. Meu intento aqui é tão somente informar sobre os mais diversos tópicos, entretendo pelo simples prazer de ler. Hoje quero compartilhar com o caro leitor o genoma anímico de um ritmo, que, tenho certeza, só pode ser saindo da alma, pois não existe escola para se aprender. Este é o inefável suingue. Inefável porque, segundo entendidos do assunto (e eu concordo) a linguagem verbal é incapaz de definir o suingue—talvez o mais importante termo técnico da linguagem jazzística, já que diferencia o jazz de todas as outras formas musicais. O próprio termo indica certo estilo de jazz cultivado na década de 1930, executado por nomes consagrados como Roy Eldridge, Lionel Hampton, Count Basie e Benny Goodman— este último, considerado o rei do ‘swing’ (balanço).

           Se o suingue que sai de dentro indica ao interprete o momento exato em que deve encaixar cada nota, sem dúvida é o grande responsável pela precisão inesperada da música de jazz. Por mim, o sentido de suingue devia estar presente na alma de todo interprete. Faz um bem danado. Os conservatórios podem apenas fornecer conhecimento e técnica musical, mas não podem ensinar o suingue, esse balanço que faz a alma sincopar. E não podem porque este é um produto genuíno da alma. Aliás, esta é uma razão pela qual muito músico de formação européia não é bem sucedido ao compor e executar jazz. E um dos motivos disso é que ele, o suingue, está associado a uma maneira de sentir o tempo, e que é estranha a sensibilidade ocidental. Mas isso é explicável. Estudiosos da música nos ensinam que o suingue nasceu do encontro de dois sentimentos diferentes de tempo. Um teve suas raízes nos ritmos primitivos; nos africanos em particular. O outro provém dos tempos musicais mensuráveis da música ocidental. Assim, para incorporar o suingue, o europeu teria que superar seu condicionamento ao sentido ocidental do tempo. Enquanto o tempo mensurável ocidental está associado ao ritmo de base, o tempo psicológico tribal associa-se a um ritmo de melodia individual e não mensurável. Portanto, o suingue seria a busca de encontrar intersecção entre estes dois tempos: o mensurável e o instintivo. Em outras e simples palavras, seria um mediador que harmonizasse a música da cidade e a da tribo, do coração doméstico e do coração selvagem.

          Falar de suingue requer aventar o beat. O baterista Jo Jones comparou o beat a uma pulsação ou respiração regular. Literalmente, ‘beat’ significa acento, batida. Agora, no contexto específico da linguagem jazzística designa a intensidade rítmica de uma obra musical, bem como também para definir o balanço que resulta da estruturação rítmica determinada na composição. Pode-se dizer então que o beat é o eixo em torno do qual gravitam os diversos ritmos numa composição de jazz. Mas o termo beat, embora constitua a base dos sistemas rítmicos na música de jazz, é também usado para distinguir diferentes gêneros musicais em função da importância assumida pelo ritmo; a preponderância do ritmo no rock-and-roll, por exemplo, classifica-o como beat-music. Nosso saudoso Chico Science era grande expoente da beat-music.

          O chamado jazz two-beat, que consiste em acentuar dois dos quatro tempos que constituem a medida na unidade rítmica da composição, já era encontrado entre os mais antigos estilos de jazz. E quando no final da década de 1920 o two-beat parecia dá sinais de esgotamento de suas possibilidades musicais, em 1929 alguns músicos de Kansas City e Harlem estabeleceram o four-beat (que já tinha sido experimentado por Louis Armstrong). Para nosso encanto, foi a partir do four-beat que desenvolveram o suingue e as modernas técnicas jazzísticas. É já no final da década de 1930, quando Nova York começa a se tornar o ponto de confluência de estilos antigos e novos, que baseado no four-beat surgiu o estilo ‘swing’, o responsável por grande parte dos sucessos comerciais do jazz; explorados então por orquestras como a de Benny Goodman. Em suma, o que caracteriza o four-beat são os quatro tempos acentuados igualmente. O beat é sustentado pelo baterista, embora no jazz moderno a tendência seja deslocar esse apoio para o contrabaixo.

           Resolvi fazer o texto sobre suingue porque lembrei de um disco de Count Basie que meu pai gostava (e eu também). Meus tímpanos tiveram a sorte de vibrarem com o jazz ainda na infância, quando então perambulava em redor do pé da eletrola de casa abastecendo o espírito de justificativas desconhecidas, porém boas, para a eternidade do meu recreio.

Alexandre Salem, romancista.

CÉSAR PIRES APRESENTA PROJETO EM DEFESA DOS CONSUMIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA

O deputado César Pires (PEN) apresentou na Assembleia Legislativa um projeto de lei que proíbe a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) de cortar o fornecimento de energia elétrica de consumidores residenciais às sextas-feiras e vésperas de feriados. Ele justifica que a proposta visa evitar que famílias carentes fiquem por longo período sem eletricidade em suas casas.

“Quando estava em uma reunião com vereadores de Santa Rita numa sexta-feira, uma senhora e um senhor chegaram com um bebê de 08 meses, que precisava de, no mínimo, um ventilador para se proteger dos insetos, mas a energia elétrica deles tinha sido cortada. Nada pudemos fazer porque os bancos e a casa lotérica estavam fechados, e a CEMAR também não atendia. Então, eles tiveram de ficar todo o fim de semana às escuras”, justificou César Pires, lembrando que muitas pessoas acamadas necessitam aparelhos elétricos em seu dia-a-dia.

O deputado disse que, sem desrespeitar o direito discricionário da CEMAR de suspender o fornecimento de energia aos consumidores, é preciso dar o mínimo de dignidade aos consumidores, efetivando a suspensão de segunda a quinta-feira, para que o usuário tenha tempo hábil para quitar seu débito e ter o pronto retorno da energia elétrica em sua residência.

“Faço um apelo aos meus pares para que aprovem esse projeto, que tem por base a Constituição Brasileira, sustentado numa decisão do Supremo Tribunal de Justiça que já determinou que depois de três meses também não pode mais haver suspensão do fornecimento de energia. Não quero tirar o direito da CEMAR de fazer as suas cobranças, mas há outras formas além do corte, respeitando a dignidade das pessoas”, finalizou ele.