RAIMUNDINHO DA AUDIOLAR E SEU “PRESENTE DE GREGO” PARA A PREFEITURA DE PRESIDENTE DUTRA

O empresário Raimundinho da Audiolar perdeu a chance de ficar calado ao tentar  representar o líder caridoso na opinião do povo de Presidente Dutra, tudo por ser pré-candidato a prefeito, caso não fosse, jamais teria se colocado disposição para ajudar o povo.

O grupo Audiolar comprou o Hospital  Biné Soares e cedeu as instalações para o município organizar um hospital de campanha para o combate ao Coronavírus na cidade de Presidente Dutra. Porém, o que o empresário não imaginou, é que o município pode fazer um hospital de campanha em qualquer lugar (por se tratar de uma necessidade médica temporária). A prefeitura poderia montar um hospital de campanha em uma escola, ou numa quadra poliesportiva coberta, ou em outros locais que ofereçam um ambiente adequado.

CAVALO DE TRÓIA

O hospital dado de “presente” é na verdade uma velha unidade hospitalar de propriedade de uma família tradicional em Presidente Dutra, e que já está desativado há anos. A doação do velho hospital, como nossos leitores podem ver nas fotografias,  foi oferecida para a prefeitura por meio  de ofício encaminhado ao prefeito da cidade, Juran Carvalho. O texto do documento estabelece que o município poderia usar o hospital até dezembro de 2020, e depois voltaria novamente ao comando do empresário.

BARRADO PELA FISCALIZAÇÃO

 

Após receber o documento do empresário, o prefeito determinou que uma equipe de profissionais pudesse avaliar as “ruínas” do hospital, e não foi surpresa a conclusão do laudo de engenharia ao ver os registros fotográficos do prédio. No local atualmente não há nada que possa ser utilizado, tudo precisa ser restaurado,  as paredes precisam de reparos no reboco, no telhado existem goteiras por todo lado, o forro despencou em vários pontos, fiação elétrica não existe mais, pisos quebrados, fossa entupida, subestação de energia em risco de acidente, um amontoado de camas velhas – em parte corroídas por ferrugem – ninhos de aves no telhado, infestação de morcegos, dentre outras mazelas que impedem sua utilização imediata.

Após receber o laudo da fiscalização, Juran Carvalho decidiu que é inviável o investimento no hospital, e pontuou algumas situações: valor para a recuperação física do hospital que é superior a R$300.000,00 (trezentos mil reais) demora para execução da obra, instalação e aquisição de ar condicionados, tubulação de oxigênio, compra de equipamentos para estruturação dos leitos, aquisição de respiradores e outros itens.

PERDEU A OPORTUNIDADE DE FICAR EM SILÊNCIO

O empresário perdeu uma grande oportunidade de ficar “calado” diante desta situação, mas como não escuta seus assessores, e muito menos seus aliados, acabou dando um tiro no pé quando quis parecer benevolente. Caso quisesse ajudar o município, com um prédio para construir um hospital de campanha, teria oferecido outro, coisa que para ele não é difícil, mas como o intuito foi político, ofereceu um prédio em ruínas. Com esta ação, certamente o pré-candidato a prefeito Raimundinho da Audiolar vai querer bater no peito e dizer: “mas eu me coloquei à disposição”, pura balela, e quem o conhece sabe que ele dirá isso.

POR DIONÍSIO GOMES: “ACORDA CODÓ, O TEMPO ESTÁ PASSANDO E A SAÚDE CONTINUA UM CAOS”

Boa tarde, é com grande indignação mais uma vez que eu Dionísio Gomes me manifesto com relação ao Governo Público Municipal da Cidade de Codó, onde se formos olhar o nosso protocolo e o protocolo de cidades do Maranhão, Piauí e outros estados é possível identificarmos a economia que o gestor tá fazendo, mais está tal economia não é pro bem da população não. A questão não é respiradores, é a falta de responsabilidade. Balsas com menos de 100 mil habitantes tem leitos de UTI e é o mesmo estado, Coroatá tem leitos, Caxias tem leitos e porque em Codó não tem ? 

Porque Codó não coloca o uso da hidroxicloroquina no protocolo ? Medicamento este que é barato e foi comprovado a sua eficácia no tratamento. Qual é a intenção real ? Porque não deixam de politicagem e vão salvar vidas ? Porque ficam aí fazendo matemática sem fundamentos ? Porque que em Codó a taxa de letalidade vai ser maior que em qualquer outro lugar ? Não precisa ser médico pra ver o quanto de erros é cometido por tal gestor e médico ao gravar vídeos falando. A verdade é que em Codó a preocupação é o financeiro e não a saúde e o bem estar da população. Acorda Codó, o tempo está passando, a saúde continua um Caos, nosso único hospital continua sem estrutura, todos os dias são novas mortes e o aumento de casos está disparado. Saúde ou Dinheiro ? Salvar vidas ou fazer política” ? 

Façam uma reflexão e veja !!!

Por: Dionísio Gomes

EM OLINDA NOVA DO MARANHÃO, EX-SECRETÁRIO DE SAÚDE É DENUNCIADO POR CRIME DE PECULATO

A Promotoria de Justiça de Olinda Nova do Maranhão protocolou, em 30 de abril, uma Denúncia contra a ex-secretária municipal de Saúde Maria Zélia Ferreira Serra. A ex-gestora teria inserido dados falsos no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), obtendo vantagem ilegal para si ou para outrem.

As investigações do Ministério Público do Maranhão apontaram que Maria Zélia Serra teria inserido nas equipes do Programa de Saúde da Família (PSF), em 2011, profissionais que não atuavam no serviço. Apesar dos repasses mensais feitos do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde, esses profissionais nunca receberam as remunerações.

De acordo com o Ministério da Saúde, a responsabilidade pela seleção, contratação e remuneração dos profissionais, além da alimentação, análise e verificação dos dados inseridos nos sistemas nacionais de informação, é das Secretarias Municipais de Saúde.

Foi apurado que três servidores cadastrados como integrantes das equipes do PSF não atuavam na estratégia, enquanto outros três foram cadastrados no CNES em funções diferentes das que exerciam. Os profissionais, ouvidos pelo Ministério Público, relataram que levaram seus casos ao conhecimento da Secretaria Municipal de Saúde, tendo como resposta que não havia conhecimento daquela situação e que nada poderia ser feito. No entanto, dias depois, todos foram retirados do CNES.

Duas das servidoras, inclusive informaram ser de conhecimento o uso de dados de servidores do quadro do município no sistema para possibilitar a contratação de terceiros, que não possuíam cadastro no Coren (Conselho Regional de Enfermagem).

Em um dos casos, uma das servidoras cadastradas ilegalmente no sistema, após uma primeira reunião com a secretária Maria Zélia Serra, foi chamada para um novo encontro no qual a ex-gestora teria confessado o erro e oferecido o pagamento do equivalente a três meses de salário. Para o promotor de justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira, o objetivo da ex-secretária era induzir a servidora municipal a se omitir de praticar um ato próprio de seu cargo público, determinado por lei, que era a denúncia da irregularidade.

Existem nos autos provas concretas que demonstram ter a denunciada, na qualidade de funcionária pública, desviado dinheiro público destinado para as ações a serem desenvolvidas no âmbito da Atenção Básica/Estratégia Saúde da Família, do qual tinha posse em razão do cargo de secretária municipal de Saúde”, afirma, na Ação, Márcio Antônio de Oliveira.

CRIMES

O Ministério Público denunciou Maria Zélia Ferreira Serra pelos crimes de peculato (artigo 312 do Código Penal); inserção de dados falsos em sistema de informações, previsto no artigo 313-A do mesmo código; e corrupção ativa (art. 333 do Código Penal). Para cada um dos crimes está prevista pena de reclusão, de dois a doze anos, e multa.

 

EM BACURI, LICITAÇÃO DE R$ 2,4 MILHÕES É SUSPENSA APÓS DENÚNCIA DE BLOG

Após o Blog do companheiro n Neto Ferreira denunciar a contratação de uma papelaria que funciona como gráfica por R$ 2,4 milhões na Prefeitura de Bacuri (reveja), o Ministério Público do Maranhão, expediu em 8 de maio, uma Recomendação e o Executivo determinou, no dia 11, a suspensão do pregão presencial nº 01/2020, que tinha o objetivo de contratar empresa de serviços gráficos para atender as demandas das secretarias do referido Município.

Assinada pelo promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques, da Comarca de Bacuri, a Recomendação apontou supostas violações aos princípios da publicidade, transparência, moralidade e razoabilidade, na referida licitação, cujo valor global era de R$ 2.459.242,05.

De acordo com o MPMA, foram encontradas falhas na publicidade e transparência do procedimento licitatório e ofensa à moralidade e à legalidade na contratação de envolvidos em fraudes e denúncias e irrazoabilidade de gastos milionários neste período de pandemia.

O Ministério Público apontou como uma das irregularidades a ausência de registros sobre o referido pregão presencial no portal da prefeitura, bem como do sistema Sacop do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Fonte: Neto Ferreira

CORONEL DA PM DO MARANHÃO É PRESO EM VIANA ACUSADO DE CHEFIAR GRUPO DE EXTERMÍNIO

Acusado de ser líder se um grupo de extermínio, o tenente-coronel da Polícia Militar, Antônio José Ferreira, conhecido como Coronel Ferreira, foi preso pela Polícia Civil em Viana. Durante a ação também foi detido o cabo da PM, Anderson Loureth em São Luís.

Segundo informações, a dupla é investigada por execuções e assaltos na região de Viana, Matinha, Penalva e outras cidades.

O grupo que é integrado por militares e guarda municipais já vinha sendo investigado há dois anos e foi descoberto que os criminosos cometiam assassinatos, principalmente de guardas municipais, por queima de arquivo.

O Tenente Coronel Antônio José Ferreira foi comandante do Destacamento de Viana até o ano de 2015.

Fonte: Neto Ferreira

COVID-19: SOBRINHA DE IDOSO MORTO EM BARRA DO CORDA DIZ QUE ELE NÃO MORREU COM DO VÍRUS

O Blog Minuto Barra, do companheiro Gildasio Brito, divulgou por volta das 18h  desta terça-feira (12), que uma segunda pessoa havia morrido em Barra do Corda vítima de Coronavírus. A informação chegou ao jornalista Gildásio Brito através de duas fontes seguras da saúde que atua no COE.

Durante uma live por volta das 20h, o prefeito Eric Costa confirmou a informação ao lamentar que um idoso havia falecido vítima de Covid-19.

Ocorre que, alguns membros da família do senhor Francisco Borges Gonçalves de 84 anos reagiram afirmando que ele não faleceu vítima de Coronavírus.

Em conversa com o editor deste Blog por telefone, a sobrinha do idoso, Valdirene Veras, que o acompanhava desde quando ele chegou na Upa na segunda-feira da semana passada e continuou quando no sábado ele foi transferido para o COE no bairro Altamira, disse que o seu tio fez dois exames de Covid, dando negativo.

Valdirene disse que seu tio tinha pneumonia, diabetes e outros problemas de saúde.

Cabe agora ao COE mostrar a cópia do exame para comprovar a morte do idoso por Coronavírus.

A família lamenta ainda a forma que o corpo do idoso foi tratado. Segundo Valdirene, não tiveram o direito sequer de velar o corpo do tio e quando chegaram ao cemitério não existia cova aberta.

Fonte: Minuto Barra

O INCONCEBÍVEL EM CODÓ: PREFEITURA GASTA MILHÕES NA COMPRA DE LIVROS COM MODALIDADE ILEGAL

Causa surpresa uma compra feita pela Prefeitura de Codé, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Ciência Tecnologia e Inovação (Semecti), no dia 12 de fevereiro de 2020, de livros didáticos – material que servirá de apoio a atividades de ensino da rede municipal que incluiu a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens, Adultos e Idosos (Ejai). O contrato foi assinado pelo secretário Ricardo Araújo Torres, que também é Vice-prefeito do município codoense.

Investigação feita pelo blog revela que a modalidade de inexigibilidade de licitação usada na compra do material didáticos já foi declara ilegal tanto pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA) quanto várias outras cortes de contas país a fora.

Quem leu o Diário Oficial do Estado (DOE), do dia 14 de Abril, com a publicação do contrato fica impressionado com os valores que serão pagos à empresa Fort Educação Ltda – cujo nome de fantasia é Fort Editora: sendo um R$ 3.197.375,00; outro de R$ 1.189.600,00; e um terceiro de R$ 2.007.775,00.

Os valores, entretanto, são ainda maiores se levarmos em conta um levantamento junto ao Sistema de Acompanhamento Eletrônico de Contratação Pública (Sacop). De acordo com os dados, a editora possui outros contratos com valores que variam, de R$ 15.980,00 à R$ 3.197.375,00, totalizando R$ 7.935.675,00. A empresa com um capital social de R$ 150.000,00 (Cento e cinquenta mil reais) tem sede registrada na Avenida Bezerra de Menezes, nº 1250, Salas 1609 e 1610, bairro São Gerardo, na cidade de Fortaleza, no Ceará.

 

DOCUMENTO


Veja aqui a justificativa da Prefeitura de Codó que motivou a contratação com a Fort Editora

 

As aquisições foram feitas na modalidade Inexigibilidade de Licitação. Esse tipo de contratação pública é utilizada quando não há possibilidade de competição do objeto a ser adquirido. Os pagamentos com a empresa serão feitos fora da ordem cronológica, isto é, quando a falta de materiais ou serviços pode afetar diretamente a ordem pública, algo imprescindível. Apenas um mês após a aquisição, liquidação já tinha sido justificada no Portal Transparência da Prefeitura.

O quadro societário da firma é composto pelos empresários Marcos Alan da Silva Batista e Carlos Henrique Meneses Barroso. No Maranhão, a Fort Editora possui contratos apenas em duas cidades somando a bagatela de R$ 8.189.505,00. Além de Codó, a empresa também fornece livros didáticos para São João dos Patos.

 CASOS SEMELHANTES

 

Em Mirassol (SP), no interior paulista, o prefeito moveu Ação por Improbidade Administrativa contra antecessora, após TCE considerar que licitação não poderia ter sido dispensada.

Já na Paraíba, uma compra de R$ 4,4 milhões em livros didáticos feita pela Secretaria de Estado da Educação, foi considerada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Segundo decisão unânime da Corte de Contas, o processo de inexigibilidade de licitação nº 08/2018 e o contrato com a empresa Bagaço Design Ltda contêm irregularidades. De acordo com o TCE-PB, a Auditoria da Corte constatou ausência de exclusividade da empresa Bagaço Design Ltda e um sobre preço de R$ 1.802.129,40.

 

DOCUMENTO


Veja aqui alguns dos valores da proposta apresentada pela Fort Editora à prefeitura de Codó

 

No Maranhão, o Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA) decidiu, na sessão realizada no dia 13 Dezembro 2017, pela nulidade do contrato firmado entre a prefeitura de Cururupu e o escritório de advocacia João Azedo & Brasileiro Sociedade de Advogados. A contratação ocorreu também  por inexigibilidade de licitação.

 E LIVROU DE ‘BRONCA’          

Curioso é que o próprio Ricardo Araújo Torres se livrou de uma ‘bronca barra pesada’ na Justiça de Pernambuco. Em agosto de 2017, o Tribunal de Contas daquele estado aprovou, por unanimidade, as contas de responsabilidade do vice-prefeito de Codó, enquanto Procurador-Geral do Município de São Lourenço da Mata-PE, durante os anos de 2001 a 2008.

No julgamento, o Tribunal de Contas deu quitação ao gestor e afastou a imputação de débitos ou multas. Esse processo foi utilizado por opositores políticos nas eleições municipais de 2016 para tentar barrar a candidatura de Ricardo Torres (PV) a vice-prefeito de Codó-MA na chapa de Francisco Nagib (PDT). Mas, na época, a justiça eleitoral manteve sua candidatura.

Ricardo Araújo Torres é advogado e contribuiu com a gestão do ex-prefeito Zito Rolim (2009-2016), tendo exercido os cargos de Procurador-geral do Município, Secretário de Governo e Secretário de Saúde até abril de 2016, quando deixou a administração para ser candidato na chapa formada com o atual prefeito de Codó, Francisco Nagib (PDT).

 EDUCAÇÃO REPROVADA

 

Apesar dos altos contratos firmados até aqui, Codó continua sendo reprovado na Educação, segundo dados do Ministério da Educação que avalia o desempenho dos municípios pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para a rede pública.

O Ideb é calculado com base no aprendizado dos alunos em português e matemática (Prova Brasil) e no fluxo escolar (taxa de aprovação). Segundo as informações, Codó cresceu nos anos iniciais da rede municipal, mas não atingiu a meta e não alcançou 6,0. Tem o desafio de garantir mais alunos aprendendo e com um fluxo escolar adequado, conforme documento em anexo.

 

OUTRO LADO

 

A contratação da Forte Editora gerou os seguintes questionamentos: por quais motivos tanto dinheiro será destinado a uma empresa com capital de apenas 150 mil reais? A empresa tem capacidade real de atender o serviço contratado? Isso tudo foi devidamente estudado?

O blog está a disposição da secretaria de educação de Codó para quaisquer esclarecimento sobre esta postagem.

 

Fonte: Antonio Martins

“ISSO É MAIS UMA MALDADE DO PREFEITO” DIZ VEREADOR DE CODÓ SOBRE NAGIB

Após a decisão do desembargador Antonio Guerreiro Júnior que suspende o seletivo simplificado de professores em Codó, o prefeito Francisco Nagib, disse que isso criou um PROBLEMÃO  e sem solução nos próximos dias.

Segundo Nagib, a decisão a pedido do vereador Júnior Oliveira, chegou justamente em um momento que o seletivo simplificado ainda estava em andamento. Assista ao vídeo abaixo onde vereador chama o prefeito de Mentiroso.