ATÉ PARA MORRER TÁ DIFÍCIL EM TIMBIRAS

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Fotografia tirada pelo site Oitimba

Em qualquer lugar deste país que tenha uma organização decente, existe um mínimo de critério para se enterrar um corpo em um cemitério público ou privado.
Em Timbiras, esses detalhes mínimos como certidão de óbito, por exemplo, são totalmente dispensáveis e o localização das covas são feitas de forma aleatória e na maioria das vezes pela equipe de coveiros que prestam serviços no local e que não têm nenhum vínculo com a administração municipal ou pelo menos uma orientação de como dever ser feito o trabalho.
A desorganização dos túmulos é tamanha que às vezes quando se vai ao local para visitar um ente querido que partiu dessa para outra, muitos são surpreendidos com a notícia de que lá existe outro corpo que não é mais da pessoa que você achava que estava ali.
É fácil perceber que muitas famílias estão por conta própria escolhendo, cercando e se assumindo como donos de parte do cemitério que é público e que deveria obedecer a critérios pré determinados para se ter o direito sobre aquele espaço.
Não é novidade pra ninguém que o cemitério municipal do centro da cidade só é acompanhado e fiscalizado próximo ao dia de finados e que fora desse período, o mesmo fica entregue à prostituição e ao consumo de drogas.
Está passando da hora de se tomar providência com relação a essa questão e tornar aquele local mais organizado e com uma administração própria para resolver esses pequenos problemas; afinal, nesse caso, organização nunca é demais.

Fonte: www.oitimba.com.br

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