BOMBA: NA ESCOLA GOVERNADOR ARCHER EM CODÓ PROFESSOR ESTÁ SENDO ACUSADO PELAS PRÓPRIAS ALUNAS DE ALICIÁ-LAS

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Imagem meramente ilustrativa

Quatro alunas da escola Unidade Integrada Municipal Governador Archer, que fica localizada no bairro São José – Trizidela, em Codó vêm passando dias de muita angústia. É que o ex – vice gestor afastado da escola teria, segundo depoimentos das alunas, mentido para elas quando o mesmo fez um convite a duas delas para participar de uma palestra para a juventude que seria realizada na Câmara Municipal no dia seguinte. Detalhe: “As duas alunas que têm 14 e 16 anos cada e que estudam no turno vespertino, foram orientadas pelo professor que elas deveriam estar na porta da escola sete horas, pois, o evento iniciaria às oito na casa Legislativa”, pensando em aumentar o grupo as meninas trataram de convidar mais duas alunas, uma de 12 anos e outra de 14.

NO DIA SEGUINTE

Quando os primeiros alunos começaram a chegar na escola para o turno matutino, já avistaram um grupo de alunas que estavam sem farda e que pertenciam ao turno vespertino. Assim que chega na escola, o então vice – gestor, chama as meninas e orienta as mesmas que atravessassem a ponte e o esperassem na Praça Almirante Tamandaré, e assim foi feito. Durante o período de espera, as alunas foram vistas na Praça por algumas professoras que iam para a escola. Pouco tempo depois, apareceu o professor e tratou de levá-las para o local do suposto evento da juventude. Vale ressaltar, que todos os eventos externos que a escola participa, os professores são informados, inclusive os profissionais da secretaria, pois, quando um pai ou responsável chegar a procura de um aluno não fiquem sem resposta.
Chegando à Câmara, onde o evento ainda não havia começado, as alunas foram levadas para um comércio próximo ao Matadouro, foi colocada em cima de uma mesa um refrigerante, um pacote de biscoito e uma cerveja, chegando até a colocar os copos no dispositivo para serem preenchidos, porém imediatamente uma das alunas virou o seu copo e disse que não ia beber aquilo. Meio sem jeito, o professor disse que o que acontecesse ali não era para ser levado para fora. E voltou o olhar para outra aluna dizendo beba, e assim a aluna bebeu.
Inconformada com a situação, a primeira induziu a segunda, que tinha apenas 12 anos a beber também, e assim foi feito, de forma que três alunas ingeriram cerveja na frente do professor e nada foi feito, a aluna de 12 anos relata que imediatamente ficou tonta e nunca tinha bebido cerveja.

RETORNANDO PARA A CÂMARA

A retornarem para a Câmara de Vereadores, onde o local já estava com um público razoável, entraram e por lá permaneceram, foi então que a ficha caiu, onde aquele evento para a juventude se tratava do “Evento de filiação do vereador Chiquinho do SAAE ao PP – Partido Progressista”, nada do que era discutido ali, foi entendido pelas alunas, parecia que as quatro estavam em outro mundo.
Enquanto o tempo avançava e a hora do almoço se aproximava, a aluna de 12 anos se dirigiu ao professor dizendo estar com fome e que teria que ir para casa, pois ainda apresentaria um trabalho de matemática naquela tarde, imediatamente o professor respondeu que “ligaria para a Assistente Pedagógica para abonar a sua falta, além de atribuir nota para ela e que todas iriam para um almoço numa churrascaria”.

TERMINANDO O EVENTO DA “JUVENTUDE”

Ao terminar o evento, as alunas já esgotadas de fome e após longa espera para o fim daquele blá blá blá, foram colocadas dentro de um carro vermelho onde duas pessoas desconhecidas delas já as esperavam. O professor ainda falou entra aqui, entra aqui que já estou chegando lá.
Imaginando que estavam indo para uma churrascaria, as alunas até se empolgaram, mas o que era uma expectativa positiva para elas acabou se tornando um motivo para desconfiança, preocupação e medo, pois, quando eventos daquela natureza são realizados em Codó, o almoço geralmente acontecem em locais conhecidos como: Churrascaria Shallon, Casa da Picanha, etc.
Quando elas ainda passavam sobre a ponte, indo em direção à Trizidela, uma das alunas pediu para que o motorista parasse o carro na praça e que ela desembarcaria ali. O pedido foi negado pelo motorista, pois estariam indo almoçar.
Pasmem vocês, amigos leitores, as alunas foram levadas para um bar de nome “Cai Cai”. Aí vem uma série de indagações: Por que aquele local? Em meio a tantos restaurantes para almoço, com que intenções teriam ido justamente para aquele local?
Pois bem, após a chegada no Cai Cai, foi preparada uma mesa com seis cadeiras e pedido um peixe e uma cerveja. Apesar das meninas declararem que os copos foram colocados no mesmo dispositivo na mesa, as quatro se afastaram e foram ao banheiro do local e lá demonstraram preocupação por conta do professor ainda não ter chegado.
Ao retornarem à mesa, a pessoa que acompanhava o motorista perguntou a idade de todas, como resposta obteve: 12, 14, 14 e 16 anos, e disse: “ você tem a idade da minha filha”, e comentou com o colega: “ rapaz esse cara é louco, trazer umas meninas dessa idade isso é loucura”, mesmo assim permaneceu no local com elas.
Tentando ganhar confiança, o motorista se identificou como Robson, e começou a mostrar fotos de seu celular, inclusive chegou a dizer que era acostumado em sair com meninas daquela idade. Entre essas fotos havia um vídeo de um barco, que ele dizia ser o dono e que depois poderiam até combinar um passeio e perguntou para as meninas “Quem topa?”.
Já por volta das 14 horas, uma mãe aparece na escola e se dirige até a secretaria perguntando pela sua filha de 12 anos. Ficou uma dúvida no ar! Porque naquele dia não havia nenhum evento externo e foi perguntado para ela que evento seria esse? “Minha filha chegou em casa ontem e disse que o vice diretor havia dito que era para ela e mais três colegas participarem de uma palestra para a juventude na Câmara“.

TUDO CONSPIRAVA PARA OS PLANOS DO PROFESSOR FALHAR

A diretora estava no seu dia de folga e resolveu passar na escola para acertar algumas coisas com o vice, porém ele não havia aparecido à tarde. Encontrando a mãe preocupada, resolveu ligar para ele, ao atender e a diretora perguntou: “Onde você está com as filhas alheias?”, e teve como resposta: Estamos almoçando. E a diretora em alto e bom som disse:
“Traga as filhas alheia agora!”– Não se sabe ao certo onde esse homem estava, só sabemos que estava muito distante das alunas.
Naquela tarde, tudo conspirava contra o vice diretor, pois, faltou energia na escola e os alunos foram liberados mais cedo por conta do calor. Como era uma sexta-feira, um grupo de professoras decidiu ir até o bar Guarujá, que fica na estrada de Timbiras, porém, antes do Cai Cai. No trajeto, as professoras cruzam com o vice diretor com mais duas meninas na garupa da sua moto, nesse momento surgiu uma indagação, sobre os possíveis locais de onde aquelas meninas pudessem estar vindo, dentre as possibilidades até a Prainha de Timbiras foi sondada.
Como não tivemos a certeza, deixamos para lá, mas a dúvida ficou.

NA SEGUNDA-FEIRA,JÁ NA ESCOLA

Como no sábado e no domingo não tínhamos contato com as alunas, deixamos para a segunda para fazer os questionamentos. De imediato, a primeira disse que não aguentava pegar pressão e passou a narrar tudo o que foi dito acima. Imediatamente a Gestora Titular, professora Eliete Ribeiro colheu os termos de declarações das alunas e juntamente com o Instrutor de Esportes, Reinaldo Bezerra, foram até a Secretaria de Educação para informar o ocorrido para a Secretária, professora Rosina Benvindo, na manhã da quarta-feira. À tarde um Boletim de Ocorrência foi confeccionado e a escrivã informou que posteriormente as mães seriam chamadas para acompanhar os depoimentos das alunas, e até agora nada aconteceu.
Para SEMED, foram cobradas em duas oportunidades a instauração em caráter urgência de uma Sindicância para apurar os fatos. O advogado do órgão, disse até que iria visitar a escola para colher os depoimentos das alunas, porém, mais de um mês se passou e percebemos que nada foi resolvido. Não divulgamos até agora o nome do vice gestor afastado, para não atrapalhar o andamento das investigações, apesar de todos os alunos da escola saber de quem se trata. Esse professor possui padrinhos muito fortes, todos da escola perceberam um corporativismo em seu favor, o advogado da SEMED, mesmo tendo o conhecimento das leis, ainda não conseguiu encontrar uma fundamentação para investigação mais a fundo e as alunas cobram: “Cadê a justiça professores?”
Na última quinta-feira, foi protocolada uma denúncia crime contra o professor e todos que se omitiram na apuração deverão responder ao Ministério Público, pois, quase 35 dias após o fato ainda estamos sem respostas, pois o afastamento do professor não pode ser encarado como punição, e sim como forma de resguardar a integridade das alunas, a abertura de uma Sindicância não quer dizer que o professor será condenado, muito pelo contrário deverá ser dado o direito à defesa e do contraditório a ele.
Em outras oportunidades, um professor que mostrou o vídeo de um jumento praticando ato sexual foi transferido, outro que proferiu uma frase em que fazia alusão à prática de ato sexual com uma aluna, este foi exonerado, e porque essa morosidade em apurar essas denuncias? Depois que estávamos apurando o caso descobrimos quem era o dono do carro vermelho, trata-se de uma pessoa conhecida por Robson, o mesmo que mostrou o vídeo do barco e convidou as alunas para um passeio e que ainda disse ter o costume de sair com meninas daquelas idades.

DESESPERO TOTAL DO PROFESSOR

Não aceitando o seu afastamento, o professor denunciado difama nos quatro cantos da cidade a diretora Eliete Ribeiro, declarando estar sendo injustiçado e perseguido por ela por conta das eleições para a direção da escola, fazendo isso para desestabilizá-lo eleitoralmente. É mole ou quer mais?

Fonte: Blog do Bezerra

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