CODOENSE NONATO CHOCOLATE PODE SAIR CANDIDATO PARA SUPLENTE AO SENADO PELO PT

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Nonato Chocolate

Chegou ao Blog do de Sá esta semana que o codoense Nonato Chocolate, irmão do atual Secretário de Meio Ambiente de Codó, Ferdinando Rocha, pode  sair candidato a suplente para o Senado no grupo do Pré-Candidato Edinho Lobão.

A informação partiu lá das bandas da Ilha do Amor, onde tenho contatos que sempre me matem informados sobre o assunto da política. Lógico que essa notícia não é verídica. É apenas uma especulação, mas mesmo assim resolvemos publicá-la aqui no Blog do de Sá. Caso isso venha se concretizar será uma boa para Codó, mas esperamos que quando isso acontecer o nobre codoense Chocolate não faça como muitos outros que quando começam se destacar desaparecem. Mas se formos analisar não vai ser diferente, pois apenas com um cargo que tem no Governo do Estado do Maranhão, já não aparece aqui. Imagine morando lá em Brasília. Já seu irmão Ferdinando Rocha mostra um diferencial, o jovem é sempre visto por aqui e sabe cativar as boas amizades.

5 comentários em: “CODOENSE NONATO CHOCOLATE PODE SAIR CANDIDATO PARA SUPLENTE AO SENADO PELO PT

  1. Chocolate e concursos públicosCOMENTE
    William Douglas
    William Douglas
    18/06/201406h00
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    Getty Images

    Pesquisas realizadas com crianças mostram o seguinte resultado: elas não conseguem esperar. O teste em comento foi o seguinte: deram às crianças a opção entre ganhar uma barra de chocolate, imediatamente, ou aguardar trinta minutos e ganhar duas barras de chocolate.

    As crianças mais novas optaram por uma barra, na hora, e à medida que a idade dos entrevistados crescia, concomitantemente, aumentava o número daqueles que eram capazes de esperar um pouco para ganhar o dobro.

    É óbvio que você, concursando experiente, já sabe onde desejo chegar.

    Concursandos “meninos”, ainda em amadurecimento, não suportam aguardar o tempo suficiente (adultos vão precisar de mais que meia hora…) para ganhar todo o chocolate possível; eles preferem menos chocolate desde que seja de imediato.

    À medida que “envelhecem”, passando meses ou anos no sistema “concurso público”, os concursandos vão aprendendo a abrir mão de algum chocolate “imediato” em prol de mais chocolate depois.

    Concursandos “adultos” sabem administrar o tempo, o lazer e a urgente e descomunal necessidade de muito estudo, revisão e treinamento.

    Não quero dividir as pessoas em “meninos” e “adultos”, apenas registrar que – como em qualquer projeto – há um processo de amadurecimento que, muito mais que mudar o grau de conhecimentos auferidos, muda atitudes e comportamentos.

    O chocolate “da hora” é o passeio, o cinema, a cama, a festa, o fim de semana e tudo o mais que, inequivocadamente prazeroso, adia o estudo, a revisão, a realização de questões de concurso etc.

    A questão da capacidade de ser o senhor de seu comportamento, seu próprio líder, de ter autodomínio e senso de oportunidade é, no final das contas, uma questão de maturidade.

    A mesma maturidade que nos induz a fazer escolhas, escolhas mais sérias que as relativas aos concursos públicos como a qualidade de nossos relacionamentos, de nossa alimentação, de nossa forma de enfrentar a depressão e as crises.

    O ponto que estou defendendo é o seguinte: precisamos amadurecer para a vida. Se o fizermos, a maratona dos concursos se torna mais simples, pois as regras e princípios gerais, os valores envolvidos nos sacrifícios, que o concurso pede, são os mesmos que influenciam as demais áreas da vida.

    Como digo, nos concursos, “a dor é temporária, o cargo é para sempre”.

    Isso é até mais fácil do que outras “dores”, como, por exemplo, para mim, todos os dias acordar e alongar, correr, segurar minha compulsão por chocolate (olha ele aqui de novo!); todos os dias separar algum tempo para me acalmar, relaxar (enfrentando meu vício por trabalho).

    Nos concursos, os sacrifícios terminam um dia. É bem melhor.

    A proposta para reflexão de hoje é a necessidade de desenvolver a difícil capacidade de abrir mão do prazer imediato pelo prazer maior no futuro ou, em outras palavras, trocar prazeres menores por prazeres maiores no futuro. É uma troca, um negócio, um investimento, um plano, um desafio, uma ideia.

    O tempo fora do estudo não é um tempo perdido, mas, sim um período em que, se bem-dosado, aumentará seu desempenho além de, naturalmente, impedir que você aguente a pressão.

    E qual é o ponto de equilíbrio?

    Bem, por favor, quem tiver a fórmula, me envie. Eu não a tenho. Assim como criar filhos ou manter o amor entre um casal, estabelecer essas fronteiras é um processo pessoal, progressivo, subjetivo, difícil e imune a fórmulas prontas.

    Não existe sabedoria pré-fabricada. Existe sabedoria construída pela experiência. Portanto, experimente essa nova forma de se preparar, aguardando pelos resultados e pelo benefício maior, que virá.

    WILLIAM DOUGLAS
    William Douglas é juiz federal, autor e professor.
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  2. Chocolate suplente de senador de Gastão Vieira. Sim. Mas que vai ganhar é o Roberto Rocha. E só tem uma vaga. Como ele vai mostrar os votos que tem ? Aí é sacanagem. O Gastão terá uns 600.000 mil votos,aí vao dizer:- O Chocolate tem 300.000 pra ele,pois coloriu a chapa com sua ellegância. Me diga uma COISA DE SA: Ele vai aparecer na FOTO ? Pois se EU APERTAR o número do Gastão e não ver a CARINHA DELE SORRINDO, eu digito a TECLA LARANJA – corrige – E VOTO NO ROBERTO ROCHA. Ele é parente do Roberto Rocha é ?,pois tem o mesmo sobrenome ? Ele federal a gente ia ver quanto votos o irmão ia DESPACHAR para ele aqui em Codó pelo excelente trabalho na área ecológica e com sua namorada ia dá um apoio lá no KM 17. Uns 25.000 mil votos.

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