CORRETÍSSIMO: CEZAR PIRES QUER ABRIR CPI PARA INVESTIGAR O “MINHA CASA, MINHA VIDA” NO MARANHÃO

Deputado-César-Pires

Cezar Pires

O deputado César Pires (PEN) declarou, na sessão desta terça-feira (31), que está cogitando uma maneira de abrir, na Assembleia Legislativa, uma apuração sobre denúncias relacionadas ao Programa ‘Minha Casa Minha Vida’ no Maranhão.

Em seu discurso na tribuna, César Pires declarou que há informações de que todos os programas ‘Minha Casa, Minha Vida’ executados no Maranhão não têm a infraestrutura preconizada no projeto inicial.

“Se prevalecer essa situação e se nós apurarmos em audiência pública que vou patrocinar aqui nesta Casa, posso garantir que se poderá estar diante de um dos maiores escândalos que já se assistiu o Maranhão”, declarou César Pires.

Ele advertiu que uma grande quantidade de casas foram entregues por prefeitos, pelo Governo do Estado e consequentemente pelo órgão financiador sem ter levado em consideração uma inspeção mais rígida e mais apurada.

“Acredito que não será surpresa para ninguém a quantidade de desmantelo que assistimos todo dia. Veja bem, alguém é ameaçado para tirar um empréstimo de R$ 12 milhões para dar para o Partido dos Trabalhadores para não ver suas terras invadidas, uma verdadeira vergonha”, frisou o deputado.

Ao encerrar seu pronunciamento, ele informou que está decidido a promover reuniões para apurar denúncias e promover uma audiência pública para apurar a realidade destes fatos.

“O certo é que não podemos ficar omissos e não ficaremos em relação a isso. Se for o caso eu proporei a instalação, quem sabe até, de uma CPI para apurar essa realidade aqui nesta Casa”, frisou César Pires.

Fonte:Luis Pablo

5 comentários em: “CORRETÍSSIMO: CEZAR PIRES QUER ABRIR CPI PARA INVESTIGAR O “MINHA CASA, MINHA VIDA” NO MARANHÃO

  1. A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (1º) 38 mandados na Operação Caixa Preta, que prendeu dois gerentes e investiga fraudes que geraram prejuízos de mais de R$ 50 milhões à Caixa Econômica Federal no Ceará. Foram 15 mandados de prisão temporária e 23 de busca e apreensão, um deles cumprido em Recife, capital pernambucana.
    No total, 13 pessoas foram presas e duas seguem foragidas. A Polícia Federal não divulgou o nome dos suspeitos de envolvimento no caso.
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    De acordo com a Polícia Federal, o alvo da operação é um grupo criminoso formado por empregados públicos da Caixa, empresários, contadores e pessoas físicas que figuram como sócios “laranjas” de empresas de fachadas, criadas para obtenção de empréstimos fraudulentos ou destinatárias dos recursos.
    “Nós apuramos, em 2014, 14 empréstimos fraudulentos, nós aprofundamos as investigações, e as fraudes ocorriam em mais de 400 empréstimos, nas agências do Náutico e Francisco Sá [em Fortaleza]”, explica o delegado da Policia Federal Gilson Mapurunga. Segundo o delegado, em um único empréstimo fraudulento, os suspeitos adquiriram quase R$ 5 milhões.
    Gerentes presos
    Os 15 mandados de prisão resultaram na prisão de dois gerentes, um deles já havia sido preso na Operação Fidúcia. Segundo a Caixa Econômica, os gerentes já foram demitidos de suas unidades.
    “Ficou bastante evidente a participação de gerentes que atuavam no sentido de romper qualquer obstáculo que pudesse impedir esses empréstimos”, relata o delegado Welington Santiago.
    As investigações apontam que a organização criminosa agia inicialmente aliciando pessoas para integrar o quadro societário de empresas de fachada. Na sequência, o grupo ocupava-se da elaboração da documentação falsa para instruir os pedidos de empréstimo.
    OPERACAO CAIXA PRETA na Caixa econ0mica. E Codó tem fraudes ??? também ???
    O grupo é suspeito de crimes de estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso, peculato, corrupções ativa e passiva, crime financeiro, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
    O nome da operação, Caixa Preta, é referente ao trabalho desenvolvido pela auditoria da Caixa Econômica Federal que, por meio do monitoramento dos contratos de empréstimos, constatou fraudes em diversas operações de créditos relacionadas à mesma organização criminosa.

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