EM TIMON, CASAL É PRESO SUSPEITO DE MATAR HOMEM E CORTAR ÓRGÃO GEITAL

Um casal foi preso, na manhã dessa sexta-feira (2), suspeitos de participarem do assassinato de José Almir Nascimento Lima, que foi encontrado morto no último dia 15 de outubro, no Povoado Pinto, zona rural da cidade de Timon, na região leste do Maranhão.

O corpo de José Almir foi encontrado quatro dias depois de ele ter desaparecido. O homem estava amarrado e com os órgãos genitais cortados.

Segundo a Polícia Civil, as investigações iniciaram após o sequestro da vítima, que aconteceu dia 11 de outubro, no bairro Formosa.

Durante o sequestro, vários populares anotaram a placa do veículo utilizado pelos criminosos e repassaram à polícia, que iniciou a averiguação do caso.

Mas só no dia 15, houve o achado de cadáver da vítima no Povoado Pinto. Durante as investigações do crime, a polícia identificou os suspeitos e apreendeu o veículo, aponta como sendo o usado no crime. O veículo foi enviado à perícia técnica.

De acordo com a investigação, a motivação do crime foi a desconfiança que a mulher, presa por envolvimento no crime, tinha contra a vítima. Segundo ela, havia a desconfiança de que José Almir, recém-chegado à cidade de Timon, havia molestado sua filha, menor de idade.

O crime teria sido arquitetado pelo namorado da mulher, que planejou o sequestro e a execução da vítima.

José Almir Nascimento Lima foi amarrado e teve os órgãos genitais cortados.

O homem, acusado do sequestro e homicídio, possui vários processos criminais na Justiça e é investigado por Tráfico de Drogas e outros crimes de homicídios, que envolvem a guerra de facções em Timon.

Segundo a polícia, ele havia sido promovido a liderança de uma facção criminosa, há poucos dias, devido às várias ações policiais que ocorreram na cidade e resultaram em prisões dos líderes de facções, em Timon.

O casal foi preso e levado para a Delegacia de Homicídios de Timon e, depois das formalidades, encaminhado ao Presídio Jorge Vieira.

As investigações continuam pra identificar os demais suspeitos de envolvimento no crime.

Fonte: Noca

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