EXCLUSIVO: DELEGADO DE CODÓ NÃO PEDIU PRISÃO DE PM MESMO SABENDO DE HISTÓRICO VIOLENTO

Na matéria a seguir aqui neste blog, vamos relatar sobre o caso do policial militar Gilgleidon Pereira Melo, que era lotado no 24° BPM de Coroatá e foi acusado de assassinar a namorada a tiros no último dia 04-07-2021, naquela cidade.  O crime chocou a população que esperava uma reposta.

 APÓS O CRIME

Segundo o que o BLOG DO DE SÁ apurou, como nossos leitores podem acompanhar no documento abaixo conseguido com exclusividade, o acusado Gilgleidson Pereira Melo se apresentou na Delegacia Regional de Codó no dia seguinte ao crime, ou seja, dia 05 -07-2021. Em seu depoimento, como mostra abaixo o documento, ele relata o que aconteceu e diz também que foi o autor dos disparos, mas não sabe se foram os mesmos que atingiram sua companheira Ana Carolina. Ele relata que não conseguiu identificar as pessoas que estavam rodeando o sítio, apenas viu vultos, mas não explicou com mais precisão.

                                                 CONFIRA MAIS ABAIXO O BOLETIM DE OCORRÊNCIA

O boletim de ocorrência não mostra com detalhes como o fato aconteceu, isso por se tratar de uma letra muito inferior a qualquer outra.

APÓS OUVÍ-LO, O DELEGADO LIBEROU

Como mostra o depoimento e o boletim de ocorrência acima adquirido pelo BLOG DO DE SÁ, quem ouviu o autor dos disparos foi o delegado plantonista em Codó, Dr. Benedito Pessoa de Castro Júnior, titular do 1° DP de Codó, que estava de plantão. A cidade de Coroatá estava sem delegado naquela noite e por isso o PM Gilgleidson Pereira Melo teve que dar seu depoimento em Codó. O mais estranho de tudo é que, após ouvir o depoimento do PM, o delegado de plantão liberou o autor dos disparos mesmo ele confessando.

 HISTÓRICO DE AGRESSÃO

 Vídeos de  sua ex-esposa gravados e colocados nas redes sociais, mostram que o PM já tinha um histórico de agressor. Sua ex-companheira já  havia feito denúncias de que já havia sido agredida por ele como mostram os vídeos aqui abaixo. Mas nem isso foi motivação para que o delegado que o interrogou pedisse sua prisão preventiva. Sendo assim, após o depoimento, saiu pela porta da frente da delegacia regional de Codó. Assista aos vídeos abaixo:

 SECRETÁRIO JEFFERSON PORTELA EXONERA COMANDANTE

 O secretário de Segurança Pública do Estado, Jefferson Portela, teve que ir a Coroatá na sexta-feira (09), após a população ir às ruas cobrar uma explicação. Rapidamente e sem explicações alguma, o secretário exonerou o comandante do 24° BPM, Major Frans, imputando responsabilidade a ele, sendo que o PM cometeu um crime comum, e não um crime militar. Numa entrevista ao apresentador Pacheco Filho, Jefferson Portela disse o seguinte. “Porque o cidadão envolvido no fato não se apresentou a delegacia ontem? Indagou Portela. Mas quando foi reinquirido o PM alegou que estava em tratamento na capital do PI. Porém, o PM já havia sido ouvido no dia seguinte ao crime e não foi pedida prisão preventiva.

 A UNIDADE LOCAL NÃO COMUNICAVA SEUS SUPERIORES.

Jefferson Portela culpou o ex-comandante Major Frans pelo aumento da criminalidade no município de Coroatá. “Aonde o comando pede apoio, vem a ação. Como agora Coroatá está sob intervenção, você como cidadão e todo mundo aqui verá o que vai acontecer em Coroatá” disse o secretário. Pelo que se percebe, o secretário de segurança pública tentou encontrar um culpado pela demora na prisão do PM e somente com a cobrança da imprensa e da população a prisão foi possível.

PROCURAMOS MAJOR FRANS

O Major Frans, ex-comandante da PM em Coroatá, foi procurado pela redação do BLOG DO DE SÁ, mas não atendeu nossas ligações e muito menos respondeu nossas mensagens. O espaço está aberto para ele, o delegado Benedito Pessoa e a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão.

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