LOUVÁVEL: FLÁVIO DINO INAUGURA HOJE SEXTA-FEIRA (20) HOSPITAL MACRORREGIONAL DE IMPERATRIZ

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Hospital

O governador Flávio Dino inaugura, nesta sexta-feira (19), às 18h30, o novo Hospital Macrorregional Drª Ruth Noleto que será a principal referência no tratamento de câncer para 43 cidades maranhenses das regionais de saúde de Imperatriz, Açailândia, Barra do Corda e Balsas. O investimento foi da ordem de R$ 37 milhões. A unidade disponibiliza tratamento qualificado e especializado, com atendimento oncológico adulto, para uma população de 1,2 milhão pessoas.
O funcionamento do hospital será na modalidade conhecida como ‘porta fechada’. A unidade recebe os pacientes enviados por meio da Central de Regulação. O hospital é referência regional para o atendimento oncológico, de média e alta complexidade, com prestação de serviços para região de Imperatriz e regiões circunvizinhas.
A Central de Regulação do Hospital Macrorregional Drª Ruth Noleto é responsável pelo recebimento, avaliação e controle dos pedidos de internação nas áreas de clínicas médica, cirúrgica, oncológica e clínica cirúrgica oncológica, assim como Terapia Intensiva/adulto, por meio de leitos regulados e referenciados.

Leitos

A unidade possui três tipos de atendimentos, dentre eles serviços especializados, Serviço de Apoio Diagnóstico e Tratamento (SADT) e atendimento ambulatorial. São 116 leitos de internação, distribuídos nas especialidades clínica médica (26), cirúrgica (26), oncológica (26) e clínica cirúrgica oncológica (26), e mais 12 de UTI Adulto.
O complexo hospitalar, a partir das quatro especialidades, tem capacidade instalada mensal para 3.120 internações e 360 na UTI, totalizando 3.480 internações. Para o custeio da unidade para ações de média e alta complexidade, o repasse mensal do Governo do Estado será de R$ 3.706.406.
O serviço especializado do Hospital oferece, também, urgência e emergência oncológica adulto, atendimento regulado em clínica médica, cirurgia geral, cirurgia oncológica, terapia intensiva adulto, fisioterapia, fonoaudiologia, serviço social, psicologia, farmácia clínica, serviço de nutrição e dietética.
O Macrorregional possuirá ainda o Serviço de Apoio Diagnóstico e Tratamento (SADT), com análises clínicas, exames de radiologia, ultrassonografia, agência transfusional, ecocardiograma, tomografia, quimioterapia, mamografia, eletrocardiografia, colonoscopia, endoscopia digestiva, diálise (paciente interno), biópsia de próstata, anatomia patológica, biopsia de mana, imunohistoquimia e pet scan.
Para o atendimento ambulatorial, o hospital dispõe de cardiologia, dermatologia, endocrinologia, ginecologia, mastologia, hematologia, médico da dor, oncologia, ortopedia oncológica, proctologia, urologia, gastroenterologia, psicologia, e cirurgia plástica.

Estrutura

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Hospital

O novo Hospital Macrorregional Drª Ruth Noleto, instalado na Avenida Pedro Neiva de Santana, bairro Camaçari, ocupa uma área construída de 5.501,05m². A unidade conta com uma área para expansão de 2.01736 m². O investimento estrutural na construção da unidade foi de R$ 22.776.455,95.
A estrutura apresenta 50 apartamentos tipo enfermarias com 100 leitos, incluindo os isolamentos, sala de raio X, tomografia, laboratório, eletrocardiograma, endoscopia, ultrassonografia, mamografia, Central de Esterilização de Material, quatro salas cirúrgicas, recuperação pós anestésica, 12 leitos de UTI incluindo isolamentos, auditório, farmácia satélite, refeitório, cozinha, lavanderia e etc.

Homenageada

O nome do hospital é uma homenagem do Governo do Estado à trajetória da médica Ruth Noleto, a segunda a atuar em Imperatriz. Ela nasceu em 27 de abril de 1931, em Januária, no estado de Minas Gerais, foi a primeira médica do Vale do São Francisco. Proprietária do Hospital São Raimundo, Ruth Noleto trabalhou como clínica geral entre os anos de 1965 e 1990, quando faleceu em Belém, aos 58 anos.
A médica formou-se no Rio de Janeiro e mudou-se para Carolina, no Maranhão, onde trabalhou por cinco anos. Em Imperatriz, além de medicina, Ruth Noleto atuou em diversas áreas. Foi professora e se dedicava a ajudar onde fosse necessário. Ao aposentar-se, a médica continuou exercendo sua profissão, realizando trabalhos sociais e atendendo pessoas carentes em Vila Nova, Imperatriz.

 

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