MOTEL DE BACABAL QUE CHAMOU A POLÍCIA PODE PAGAR CARA INDENIZAÇÃO POR CONSTRAGER CLIENTES

Vem repercutindo bastante na região um caso ocorrido num motel de Bacabal, em que clientes se desentenderam com a direção do estabelecimento (veja AQUI) no último domingo (18). Os três clientes alegam que entraram no local, não gostaram do quarto e pediram para sair antes de utilizar. Porém, a proprietária impediu a saída deles a menos que pagassem. Por conta disso, a direção do motel chamou a polícia, o que atraiu a atenção da imprensa que registrou a confusão.

Um dos clientes, que se trata de um empresário do município de São Mateus do Maranhão, ficou tão revoltado com a atitude da direção do motel que preferiu passar toda vergonha, humilhação e constrangimento de se expor para as câmeras e relatar sua versão, em vez de ceder às intimidações.

Ele alega que ficou apenas 5 minutos no quarto, avaliando o lugar, enquanto a direção do motel alega que eles ficaram 15 minutos. De qualquer forma, o tempo é pouco em relação às 2h que os clientes pagam para utilizar, e não dá tempo para fazer uso do serviço. Nesse caso, a direção do motel deveria ter liberado eles, em vez de ter comprado a briga que constrangeu os clientes e fez a imagem deles ser divulgada na internet.

Na delegacia, o empresário deu a sua versão e afirmou que levará o caso para a Justiça, a fim de processar os proprietários do estabelecimento.

Em casos do tipo, o mais adequado a se fazer é zelar pelo nome do motel, resguardando a identidade dos clientes para chegar num acordo, chamando a polícia apenas em último caso.

Em resposta, a proprietária do motel afirmou que um dos clientes quebrou uma porta. Mas caso o motel não consiga comprovar o que alega, a indenização será alta pois são três vítimas: o empresário, a mulher e mais uma terceira pessoa, com o agravante de terem sido expostos no Brasil inteiro, o que destruiu a reputação deles, tendo em vista que um dos clientes é casado.

O blog está à disposição para colocar notas de esclarecimento tanto do motel como das demais pessoas envolvidas no caso.

Fonte: Carlinhos Filho

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