NAVIO COM TONELADAS DE MINÉRIO PODE NAUFRAGAR NA COSTA DO MARANHENSE

Um navio das Ilhas Marshall, denominado de Stellar Banner, pode naufragar na costa litorânea maranhense.

Segundo informações, a embarcação de grande porte saiu do porto da Vale durante o feriado de carnaval com 358. 585 mil toneladas de minério com destino à Quingdao, China, e nesta quarta-feira o comandante identificou, fora no poligonal do Porto, uma fissura no casco, com entrada de água nos compartimentos de carga e pediu apoio.

Embarcações de apoio e rebocadores estão em buscando solução, sendo uma delas buscar um banco de areia para tentar encalhar o navio e evitar um possível naufrágio.

A Capitania dos Portos do Maranhão emitiu nota a respeito do caso. Leia abaixo:

A Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), informa que, na manhã desta terça-feira (25), tomou conhecimento por meio de uma Agência Marítima de que o Navio Mercante “STELLAR BANNER”, que carregava minério de ferro da Vale, apresentou um problema, ainda não identificado, nas proximidades da boia nº 1 no canal da Baía de São Marcos-MA, cerca de 32 milhas do Farol de Santana. O incidente ocorreu no dia 24, por volta das 21h30. Foram identificados dois vazamentos avante da embarcação. No momento, o Navio encontra-se encalhado.

Quatro rebocadores se deslocaram em direção ao Navio para coletar mais informações e prestar apoio, caso necessário. A tripulação permanece em segurança na área à bordo dos rebocadores enviados. A Marinha instaurou um inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do incidente.

Foi realizada, na manhã de hoje (26), uma reunião com o Agente Marítimo, representante da Vale, Autoridade Portuária e com dois membros da empresa Ardent Global, a qual contratada pelo Armador para apresentar tão logo possível o Plano de Salvatagem desta embarcação. Um rebocador com material para conter possíveis danos ambientais foi enviado pela Vale ao local a fim de prevenir futuras possibilidades de vazamento.”

Fonte: Neto Ferreira

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