POR GLAUBER FRAZÃO: PILHÉRIA CONTA OUTRA

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Glauber Frazão

Há mais de um ano que o Município de Timbiras vem sofrendo com os desmandos administrativos promovidos pela atual gestão. Àqueles que acesso tiverem a essa informação, quão pífias são as desculpas para justificar o caos administrativo somado à falta de compromisso que o nosso sofridoMunicípio tem passado.

A Educação de Timbiras hoje tem sido o foco das atenções, não por seus benefícios em prol da sociedade, mas, sim por inúmeras reclamações que ecoam por toda cidade; como a falta de merenda, transporte escolar, carteiras, dentre outras mazelas provocadas pela administração.

E isso se deve, segundo o Município, à folha de pagamento dos servidores da Educaçãoa qual consome todo o recurso do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB, inviabilizando investimentos outros.

Vale ressaltar, o FUNDEB, não é o único recurso repassado ao Município para a Educação.  No site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, é possível verificar que para o Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, só no mês de março/2014, foram transferidos para Timbiras o valor de R$ 47.766,00 (quarenta e sete mil, setecentos e sessenta e seis reais), para alimentação escolar.

Ainda se tratando de outros recursos, o Município de Timbiras neste ano de 2014, recebeu cerca de R$ 69.000,00 (sessenta e nove mil reais), referentes a janeiro e fevereiro, período em que as escolas ainda estavam sem funcionar. O salário-educação (quota estadual), foram repassados o montante acima de R$ 24.000,00 (vinte e quatro mil) e mais um repasse que ultrapassa a casa dos R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil) em janeiro e fevereiro, respectivamente.

Assim, a população precisa e quer saber onde estão sendo aplicados os valores acima citados já que a merenda escolar e o transporte de alunos também não estão sendo oferecidos como se deveria. Muitos ainda buscam entender em toda essa discussão (chefe do executivo municipal versus professores), onde está o verdadeiro problema financeiro da educação timbirense; o porquê do FUNDEB ser o único recurso em pauta, já que existem outros repasses que pelo vistos estão passando despercebidos.

O certo é que não existem fundamentos lógicos para tais desculpas apresentadas pelo representante legal do Município a fim de justificar o fracasso da educação, onde os principais prejudicados são os alunos.

Enquanto isso, os timbirenses esperam uma resposta lógica e convincente para tais problemas.

Ademais, resta ao Ministério Público e/ou Câmara Municipal, se manifestarem com relação a todo esse Imbróglio.

Por Glauber Frazão

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