POR PEDRO JÚNIOR: O AMARGO REMÉDIO

 

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Pedro Júnior

Quando eu falava que os programas sociais do governo eram bons teoricamente, muito me criticaram, imaginavam que eu era um critico contumaz, sem critério lógico, mas, eu como um simples operador de um conhecimento coloquial contextualizado e sem muito aprofundamento econômico, passei a ler mais, entender mais e estudar nosso sistema social à 6 anos, e passei a ter uma conclusão sobre o andamento desproporcional que era, e, é utilizado pelo atual governo. Vejo que o governo ao primeiro ato, se mostrou com boa vontade, mas em determinado tempo, passou a atuar de forma a obter fins eleitorais, uma pratica cotidiana e com uma eficiência parente, pois, a mesma não tem critérios definidos e logico de forma coerente para se ter um retorno bem elaborado, isso porque não se pensou nas brechas, proveniente de desvios, nas manobras e no despreparo, ilusório e com isso, deixaram de fazer o principal, e o colocaram como um paliativo sistema de ajuda social.

O governo simplesmente o colocou para assim, satisfazer o mais desfavorecido economicamente, com isso, ocasionou um rombo, gigantesco nas contas públicas, que veio a cominar com a tal corrupção e favorecimentos de cargos governamentais, entre partidos jogatinas partidárias de apoio ao governo, as intenções passaram a ser decepções, que hoje afloram por todas as classes, e como ironia a classe menos abastarda, essa mesma que outrora, achava o governo seu salvador, agora o percebe como seu algoz, tudo isso, pela forma despreparada e desenfreada de controle de distribuição. Mas há de se ressaltar que a culpa não advém apenas do governo federal, a culpa é dos governos, tanto nas esferas estaduais e municiais que se aproveitam da falta de uma fiscalização segura, cotidiana eficaz e mais importante de todas, o conhecimento, o mesmo que provêm da educação, e também aquele recebido em casa, como forma de educação e do conhecimento obtido nas escolas como forma de percepção e sentido lógico.

Mas o amargo vem de onde menos se investe na educação, essa mesma que os políticos ignoram, e que mais cedo ou mais tardiamente se mostra como soberana e se torna o calcanhar de Aquiles dos velhos e novos lacaios políticos, que não se preocupam com o futuro o mesmo que os põe em desuso e vem outros e o persistem nos mesmo passos e mesmo erros, mas preferem continuar assim, tentando controlar o incontrolável, como desvios que prejudicam toda a sistemática logística, assim nos tornamos reféns do sistema, que veio como benefício e hoje nós é nosso sacrifício.

Por Pedro Junior

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