QUE SIRVA DE EXEMPLO: BANCO DO BRASIL DE DOM PEDRO TERÁ QUE PAGAR INDENIZAÇÃO A UMA CLIENTE QUE PASSOU MAIS DE 5 HORAS NA FILA

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Ilustrativa

Uma funcionária do Sindicato dos professores de Dom Pedro-Ma, (SINSERPDOM) Maria Leite, não deixou barato e foi em busca dos seus direitos, após ter se sentido lesada como consumidora. Ela conta que esteve em uma agência do Banco do Brasil para fazer uma transação bancária e ficou aguardando atendimento por 8 horas, sendo que o tempo determinado por lei é de 20 minutos em dias normais e 30 minutos em vésperas ou após feriados.

Indignada com a situação, ela procurou o PROCON, que nada teria feito a respeito. “Resolvi então ir adiante e, já que eu havia perdido tempo em uma fila, era justo e necessário perder tempo defendendo meus direitos. Procurei a Defensoria Pública da União e ajuizei uma ação contra o Banco do Brasil, pedindo indenização por danos morais, porque fui agredida moralmente, uma vez que fui vítima de um atendimento desrespeitoso, constrangedor e que me tirou o direito de administrar o meu tempo. Minhas obrigações diárias daquele horário deixaram de ser cumpridas devido ao mau atendimento”, reclamou Maria Leite.

O usuário acreditou que seria uma causa ganha, porque tinha provas, fez a reclamação e, o mais importante, existe uma lei regulamentada justamente para amparar pessoas nestas situações.

Felizmente o resultado foi positivo e Maria Leite venceu a ação contra o Banco do Brasil de Dom Pedro, que foi condenada a indenizá-lo pelos danos causados.

Fonte: Zaidan de Sousa

Um comentário em: “QUE SIRVA DE EXEMPLO: BANCO DO BRASIL DE DOM PEDRO TERÁ QUE PAGAR INDENIZAÇÃO A UMA CLIENTE QUE PASSOU MAIS DE 5 HORAS NA FILA

  1. Aqui na agencia de Codó outro dia levei um cliente do escritório onde trabalho pra receber uma RPV – Requisição de Pequeno Valor e ficamos das dez horas até as quatro em meia da tarde esperando pra receber o pagamento.

    Como se tratava de um valor considerado alto pelo banco, o funcionário do banco ligou pro INSS não sei quantas vezes, ligou pro Juizado Especial em São Luís e ligou várias vezes pro jurídico do banco pra saber se podia efetuar o pagamento, sem contar que o gerente saiu para almoças as onze e trinta e retornou quase três horas da tarde pra fazer a liberação do pagamento.

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