ROBERVAL CAMPELO E SUAS OBRAS ABANDONADAS EM CAPINZAL DO NORTE

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Roberval Campelo

A quantidade de obras públicas abandonadas pela atual gestão na cidade de Capinzal do Norte tem causado revolta na população. A administração desastrosa do prefeito Roberval Campelo foi uma das piores que já existiu no município.

 A construção de escolas com quatro salas nos povoados Morada Nova, Pau Não Cessa, Matinha e Califórnia encontra-se em estado de abandono, caracterizando  desvio de verba pública. Fora as escolas que nunca tiveram obras concluídas, há fortes indícios de irregularidades na construção de duas quadras poliesportivas cobertas nos povoados de Santa Cruz e outra na sede da cidade.

Basta uma volta pelo município que será possível observar a quantidade de obras que estão se deteriorando com o passar dos dias.

Moradores revelaram que durante uma investigação iniciada pela própria população, foi descoberto que os recursos que deveriam ser investidos nas obras, estão sendo utilizados para outros fins. Por causa dos desvios, as obras estão bem longe do término, fora as que nunca saíram do chão como a obra de uma escola no povoado Califórnia.

Um próprio aliado da prefeitura durante conversas pela cidade revelou que essas obras já receberam mais de 90% dos recursos para a execução. Ocorre, que, o sistema Simec (Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle) está sendo fraudado com fotos que não condizem com a realidade facilitando assim a retirada de recursos.

Algumas fotos enviadas para o FNDE comprovam a fraude. A população sabe de tudo que ocorre de errado dentro da cidade, mas revelam o medo de denunciar temendo perder até a própria vida.

Segue abaixo imagens das obras inacabadas.

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Obras inacabadas

Fonte: Luis Cardoso

3 comentários em: “ROBERVAL CAMPELO E SUAS OBRAS ABANDONADAS EM CAPINZAL DO NORTE

  1. E EM CODÓ, ALÉM DE OBRAS INICIADAS E ABANDONADAS DESDE 2012, AINDA SAQUEIAM OS COFRES DA PREFEITURA. VEJA ABAIXO:

    Bota pra rodar – Em Codó a Prefeitura precisou de nove contratos com três empresas diferentes para adquirir peças e pneus e topou pagar nada menos que R$ 2.871.372,88 pelo negócio. Cada empresa ficou com três contratos, respectivamente no valor de: $ 770.655,43 (F. C. L. Lima – ME), R$ 1.106.888,55 (R, a A R A de Albuquerque – ME) e R$ 993.828,90 (M Silva Martins EIRELI – ME). A papelada toda foi assinada em 22 de fevereiro, valendo até 30 de dezembro.

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